quarta-feira, 16 de abril de 2014

É pascoa! Mas você sabe o que está comprando?

           É tempo de festa, e depois de quarenta dias, é tempo de empanturrar os carrinhos de ovos de páscoa e felicidade, certo? Não é bem assim.
         Você já parou para pensar se o que você compra todos os anos durante a páscoa é realmente chocolate? Não? Tudo bem, não tem problema, pois o CASA vai esclarecer aqui.
        Bem, se observarmos os rótulos dos ovos de páscoa, podemos identificar que você compra mais açúcar que chocolate. Esta valiosa informação está no rótulo do produto. Ao olhar a lista de ingredientes, veremos que o açúcar é o primeiro item, ou seja, é ele que está presente em maior quantidade naquele produto.
           Em seguida observamos a presença da gordura vegetal, a manteiga de cacau, licor de cacau entre outros.
            Mas você sabe o que são estes ingredientes ?

        A manteiga de cacau é a gordura comestível natural da semente de cacau, extraída durante o processo de fabricação do chocolate e cacau em pó. É formada em maior quantidade por ácidos graxos saturados. E sabemos bem que estas são as gorduras que devemos evitar.
         A gordura vegetal presente no chocolate é de palma, soja, girassol ou milho e estes, quando consumidos em excesso, são prejudiciais ao organismo, podendo prejudicar seu perfil lipídico no sangue.

         O licor de cacau apresenta-se em forma de líquido, é o primeiro subproduto do cacau e é obtido depois da moagem das sementes do cacau.
          Mas no chocolate existem coisas boas também! Exemplos disso são a teobromina e a cafeína, duas substâncias estimulantes, que auxiliam no fornecimento energia, melhoram o humor e atividade cerebral.
    O chocolate (principalmente o amargo) contém flavonóides denominados catequinas, com propriedades antioxidantes que são importantes no combate ao envelhecimento e fornecem ainda proteção cardiovascular.
        Enfim, nem tudo é só chocolate. Veja mais dicas no vídeo abaixo e faça a melhor escolha nesta Páscoa!





terça-feira, 15 de abril de 2014

Estamos em Páscoa! Vamos conhecer mais sobre ela?


 Pode ser Pascua, Pasko, Påsk, Easter... Incorporado a inúmeras línguas, o termo Páscoa é originado da palavra hebraica pessach e significa passagem. Nesse ano, será comemorada no dia 20 de abril e o CASA trouxe para você um breve histórico desse evento.

Pão ázimo ou matzá
De valor religioso e simbólico, a Páscoa é comemorada por diversas culturas e tem grande importância no judaísmo e no cristianismo.
A Páscoa Judaica também é chamada de Festa da Libertação por comemorar a fuga dos judeus que viviam como escravos no Egito, em 1280 a.C. Em Israel é o feriado mais longo e uma de suas características é o consumo de alimentos que não sejam fermentados, como o matzá ou pão ázimo, uma vez que durante a fuga não houve tempo para fermentação e o pão foi assado e consumido de tal forma.


No cristianismo, a Páscoa celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Inicia-se na Quaresma e são os 40 dias que antecedem o Domingo de Páscoa e dia da Ressurreição. Período de reflexão e caridade, a Quaresma é conhecida também pela privação de coisas que dão prazer, como o jejum de alimentos ou momentos de entretenimento, como ouvir música. Essa privação normalmente é mantida pelos 40 dias ou na Sexta-feira Santa, sendo a abstinência de carne vermelha a mais conhecida. Esse ato bastante antigo significa um sacrifício e respeito devido à crucificação de Cristo, sendo então o peixe usado para substituir a carne e simboliza a vida e a fé. No domingo de Páscoa ocorre a grande festa celebrando a ressurreição de Cristo e a Páscoa termina, de fato, no dia de Pentecostes, que comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus Cristo.

                                     E o coelho?!

Antes de se tornar um símbolo religioso, a Páscoa significava o fim do inverno e a chegada da primavera - a passagem (pessach) de um tempo de trevas para outro de luzes. Os símbolos da Páscoa vêm da Deusa da Primavera, Ostara, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, representando a fertilidade e chegada de uma nova vida. 

E continuaremos com novas postagens sobre a Páscoa!

quinta-feira, 27 de março de 2014


A importância da hidratação na prática de atividades físicas


Todas as pessoas, em qualquer faixa etária, sendo elas atletas ou praticantes de atividades físicas leves, devem se preocupar em manter a hidratação corporal para realização de tais atividades. A hidratação adequada gera saúde, equilibra o funcionamento fisiológico do corpo e promove melhores desempenhos no esporte.




A prática de exercícios físicos induz a perda de líquidos por sudorese (suor), especialmente se realizada em ambientes quentes. Esta perda pode levar à desidratação, pois ocorre aumento da concentração de sódio no plasma sanguíneo e desequilíbrio hidroeletrolítico no organismo. Mesmo uma leve desidratação pode aumentar a frequência cardíaca e o esforço cardiovascular, o que limita a capacidade do corpo de transferir calor dos músculos em contração para a superfície da pele, onde será dissipado, comprometendo o mecanismo de termorregulação do corpo. Tais fatos podem representar um risco à saúde e provocar diminuição no desempenho esportivo.




Segundo a ACSM (American College of Sports Medicine), o indivíduo adulto deve ingerir cerca de 500 ml de água 2 horas antecedentes ao exercício, para prover hidratação adequada e haver tempo suficiente para a excreção da água ingerida em excesso. Durante o exercício, deve-se começar a beber água desde o início e continuar durante intervalos regulares, em volume suficiente para repor as perdas por suor ou consumir o máximo tolerado. Há estudos que mostram que durante o exercício, ocorre uma perda de 2% do peso corporal em água, por suor ou urina, então o consumo de água deverá repor tais perdas para manter a hidratação. Já após o exercício, a hidratação deve ter como objetivo corrigir quaisquer perdas líquidas acumuladas.




No entanto, apesar de todas as orientações descritas acima pela ACSM, é importante manter um consumo de água equilibrado ao longo do dia, com cerca de 1 ml de água por quilocaloria (kcal) ingerida, para assegurar a manutenção adequada da saúde e das funções do organismo. Estudos mais recentes, entretanto, mostraram que a reposição hídrica guiada pela sede do indivíduo, durante o exercício físico, tem mostrado resultados favoráveis, onde há manutenção das respostas fisiológicas e termorregulatórias.

Há vários repositores hidroeletrolíticos disponíveis no mercado, e estes são usados de forma aleatória por várias pessoas. No entanto, este tipo de bebida é destinado a treinos moderados ou intensos com mais de uma hora de duração. Tais bebidas possuem em sua composição, juntamente com os eletrólitos, grande quantidade de carboidratos, ao qual o consumo deve estar equilibrado. Portanto, o consumo de tais bebidas não é necessária por pessoas que realizam atividades físicas de baixa intensidade e/ou curta duração.




Como já foi citado, o consumo de água durante atividades físicas é de grande importância para o organismo, mas seu excesso também pode causar problemas, com consequente diluição dos componentes do sangue e diminuição da concentração plasmática de sódio. Por isso, mantenha-se hidratado o suficiente ao longo do dia e consuma água sempre que sentir sede durante o exercício.




quarta-feira, 5 de março de 2014

Por que cozinhar??


Cada vez mais brasileiros estão consumindo alimentos prontos fora de casa, deixando de preparar e manipular os alimentos em seus lares. Esse consumo vai além de restaurantes abrangendo também os fast food, devido à necessidade de uma alimentação rápida por parte da população. Essa série de fatores, algumas vantagens e desvantagens da  alimentação fora e dentro de casa  devem ser levadas em conta.

Uma grande vantagem de se alimentar nos restaurantes ou fora de casa é a ampla variedade de preparações que são ótimas para garantir um aporte de grande parte dos nutrientes de cada grupo alimentar. No entanto, muitas pessoas tendem a colocar no prato mais do que necessitam, e além disso, as preparações em restaurantes, principalmente do tipo self-service e os do tipo fast food, podem ser mais calóricas que as preparadas em casa.

Dentro de casa é possível controlar o que se coloca em cada preparação, já nos restaurantes não é possível se determinar a real situação do local e dos manipuladores. Além disso cada local possui sua receita própria, sendo observado o uso de condimentos e molhos ricos em sódio e em gorduras sem controle por parte da administração.

Assim, alimentar-se em casa pode ser melhor caso saibamos escolher os ingredientes e prepará-los de forma adequada. Em caso, saberemos quanto de óleo utilizamos no preparo, a quantidade de sal gasta, podemos optar em não utilizar caldos industrializados e outros ingredientes ricos em sódio. Podemos não utilizar açúcar para adoçar sucos, preparar sucos naturais, escolher frutas como sobremesa, entre outras vantagens.


O melhor é fazer uso de ervas e temperos naturais diminuindo a concentração de sódio e gordura ao alimento, alem de proporcionar melhor aspecto quanto ao sabor para a preparação.
Mas o tempo que se leva em casa é maior. Então ao escolher comer fora de casa, observe mais o local que escolheu e preste mais atenção nas preparações que coloca no prato. Percebe-se que todos os locais possuem vantagens e desvantagens, sendo que a escolha que se faz determina o que se come.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Oito dicas indispensáveis para ter uma alimentação saudável fora de casa


Muitas vezes, se alimentar fora de casa é sinônimo de cometer excessos, podendo acarretar diversos problemas na vida de um indivíduo. Uma das principais causas disso é a oferta e a variedade de alimentos, já que nos restaurantes essas são  maiores em detrimento da oferta e a variedade em casa.
Os restaurantes do tipo “self-service” são uma ótima opção para quem deseja se alimentar de forma saudável fora de casa, pois, diante de uma oferta variada de alimentos, você tem a autonomia em optar pelos mais saudáveis e menos calóricos. Outro ponto positivo é a rapidez, pois muitos indivíduos possuem o horário de almoço contado. 

Mas cuidado, mesmo nesses serviços, podemos optar e montar pratos muito calóricos, gordurosos e com excesso de sal.



Dicas para um almoço ideal:

1. OPTE PELOS CEREAIS INTEGRAIS
 Na maior parte dos restaurantes “self-services”, é oferecido o arroz branco e o integral, opte pelo integral! Além de ter o índice glicêmico menor, dá a sensação de saciedade por mais tempo em detrimento do arroz branco, pois demora mais tempo para ser digerido. Melhor ainda se for consumido junto com o feijão.

2. DISPENSE AS FRITURAS
 Esse é o ponto negativo em um restaurante em que a variedade é grande, normalmente, pode-se encontrar uma enorme variedade de alimentos fritos com grande quantidade de gordura. Esses alimentos podem ser consumidos ocasionalmente e com moderação, mas não devem fazer parte dos hábitos alimentares diários de nenhum indivíduo. Seu consumo excessivo pode trazer diversas consequências maléficas ao organismo, como o aumento da gordura corporal, implicando no aumento do peso, assim como doenças cardiovasculares.

3. SOBREMESA? FRUTA!
 Assim como citado acima, em alguns restaurantes encontra-se uma enorme variedade de sobremesas elaboradas. O consumo de alimentos açucarados pode ocorrer de maneira ocasional, assim como os alimentos fritos. Seu consumo excessivo pode acarretar no aumento de peso e também no desenvolvimento de doenças crônicas, como a Diabetes Mellitus. As frutas podem ser uma boa opção de sobremesa, pois é uma importante fonte de fibras, vitaminas e minerais!

4. NÃO INGIRA LÍQUIDOS DURANTE A REFEIÇÃO
 Esse hábito pode causar uma sensação de saciedade precoce, alterar o pH intestinal, e dilatar muito o estômago.

5. DISPENSE O COUVERT
 Em alguns restaurantes, principalmente os de sistema “a la carte”, é encontrado o couvert, que normalmente consiste em pães, queijos e patês. Fique de olho! Essa “entradinha” pode aumentar muito o valor calórico de sua refeição e diminuir sua qualidade. Os pães de modo geral, são alimentos de alto valor calórico e índice glicêmico. Os queijos, apesar de possuírem o aspecto positivo de serem fonte de cálcio, podem ser muito gordurosos dependendo de seu tipo, assim como os patês, que dependendo da base em que é preparado, pode ser uma  fonte de gordura.


6. SE POSSÍVEL, CONSUMA PELO MENOS UM FOLHOSO, UM VEGETAL COZIDO E UM CRU DIARIAMENTE

 Esses alimentos são indispensáveis diariamente na alimentação de todo indivíduo. São fontes de vitaminas e minerais, melhoram o transito intestinal, e por serem ricos em fibras, diminuem o índice glicêmico das refeições. Varie! Diariamente, tente comer um tipo de vegetal diferente, pois cada um deles possuem propriedades benéficas diferenciadas para o organismo.

7. COMA PELO MENOS UMA PROTEÍNA NAS REFEIÇÕES PRINCIPAIS
 Um bife pequeno de carne equivale a um bife médio de frango ou uma posta grande de peixe. Deve-se optar por cortes magros e a gordura aparente deve ser retirada. Dê preferencia aos grelhados, assados ou cozidos. As proteínas possuem propriedade construtora no organismo e não devem ser dispensadas da alimentação. Também podemos incluir fontes proteícas vegetais como lentilha, ervilha, feijão. 

8. NÃO ACRESCENTE SAL À SUA REFEIÇÃO
 Normalmente elas já são preparadas com uma quantidade de sal superior ao recomendado. Uma pessoa não deve consumir mais de 5g de sal DIARIAMENTE, um sachê de sal normalmente possui 1g. Caso você faça isso, provavelmente em apenas uma refeição, vai estar extrapolando o que deveria ser consumido em um dia inteiro. Prove sua comida antes de adicionar sal desnecessariamente.

OUTRAS DICAS:

· Caso vá se alimentar em um restaurante self-service, se possível, observe todo o buffet antes de se servir e mentalize o que vai escolher, isso evita que você pegue “um pouquinho” de cada alimento ofertado, o que acaba acarretando em excessos, ou se for a um restaurante "a la carte", tente escolher o prato que mais se adapte às dicas acima!



· Uma boa dica é consumir pelo menos um cereal, uma leguminosa e uma proteína e não dispensar a salada no almoço. Todos esses grupos alimentares possuem propriedades diferentes e são essenciais para uma alimentação equilibrada. Uma boa alimentação também deve ser variada, procure comer alimentos diferentes diariamente, de acordo com os seus gostos.



quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Cuidados na alimentação fora de casa

Nos dias atuais, percebe-se que o mundo contemporâneo sofreu transformações que acarretaram em mudanças nos hábitos alimentares dos indivíduos, que passaram a realizar suas refeições fora do ambiente doméstico.
A alimentação fora de casa tem aumentado no Brasil, segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares – POF (IBGE) de 2008-2009 cerca de 31% dos gastos do brasileiro foram destinados à alimentação fora de casa, um aumento de 7% em relação à POF anterior (2002-2003).
 Geralmente as pessoas costumam dizer que é mais prático se alimentar fora de casa, mas essa prática pode, além de aumentar o custo de vida de uma pessoa, expor a população a mais riscos à saúde, como doenças transmitidas por alimentos.
Uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), realizada em estabelecimentos nas praias e restaurantes de nove capitais brasileiras que irão sediar a Copa do Mundo de 2014, apontou que do total de amostras realizadas, 32% estavam próprias para o consumo. 
Pensando nisso, listamos 6 passos para que o consumidor possa tomar cuidado ao se alimentar fora de casa:

1.Verificar se o estabelecimento possui alvará de funcionamento, e se é visitado pela Vigilância Sanitária;
2.Avaliar as condições de higiene no local, tais como utensílios bem higienizados, ausência de odores no local ou aromas artificiais para mascarar cheiros característicos do que é produzido no local;
3.Checar se os funcionários do local estão utilizando uniformes limpos, em bom estado e se cada um ocupa uma função distinta no local, principalmente no caso daquele que manipula o alimento;
4.Atentar também para o fato do manipulador de alimento estar utilizando adornos (brincos, pulseiras, relógios, proibidos para quem produz diretamente os alimentos); se as unhas estão curtas, limpas e sem esmalte;
5.Verificar se o balcão de distribuição de alimentos, ou balcão refrigerado, congelado e geladeiras apresentam marcadores de temperatura visíveis e ligados;
6. Avaliar as características do próprio alimento como cor, sabor, odor e aparência.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014


Volta às aulas: Como montar a lancheira das crianças?



Com o fim das férias escolares e início do ano letivo, muitas mães encontram dificuldades em adequar novamente a rotina dos seus filhos, inclusive sobre a alimentação das crianças e da família toda. Pela correria do dia a dia, veem-se forçadas a comprarem alimentos pouco saudáveis e industrializados para compor a lancheira dos filhos, apenas pela praticidade que estes oferecem. No entanto, é importante lembrar que a criança precisa de uma gama de nutrientes para garantir seu desenvolvimento e crescimento, quel é facilmente suprida por uma alimentação equilibrada e saudável.
 Para ajudar a solucionar tal problema, vamos apresentar aqui algumas sugestões de como compor melhor uma lancheira escolar. Porém, cabe lembrar que sem o incentivo da família para a manutenção de hábitos alimentares saudáveis, a criança pode não se sentir estimulada a comer tais alimentos. Por isso, todo mundo deve dar o exemplo e seguir bons hábitos também!


Uma primeira dica é combinar vários grupos de alimentos para que a refeição das crianças seja completa.
É necessário sempre mandar uma fruta no lanche, todos os dias sem exceção. Isso acaba criando na criança o habito de consumir este grupo alimentar. No começo coloque as que ela mais gostar, e aos poucos, inclua novas opções de acordo com a aceitação. E o mais importante, é cortar, picar e higienizar as frutas de modo adequado, para que fique fácil para a criança consumir. As frutas que usualmente as crianças mais gostam são abacaxi, melancia, uva sem caroço, banana (com casca para não escurecer), maçã e pêra.
Além disso, escolha um carboidrato, e de preferência, com uma proteína. Os melhores carboidratos são os integrais que contêm muitas fibras, como o pão ou biscoito integral. Este pão pode ser servido juntamente com peito de frango desfiado, atum, sardinha, peito de peru ou outra fonte proteica. É possível montar vários sanduíches, acrescentando requeijão, queijo minas, ovo cozido, alface, tomate, cenoura entre outros vegetais. O pão de queijo ou os bolos caseiros também são boas opções para as crianças. Prefira os que você faz em casa, pois os industrializados normalmente apresentam alto teor de gorduras e sódio. Evite biscoitos recheados e guloseimas, pois são muito calóricos e ricos em gorduras e açúcar.
Para beber ofereça um suco natural feito da fruta ou da polpa, e acrescente pouco ou nada de açúcar. Há frutas que quando estão bem maduras são muito doces e não necessitam de açúcar. Há opção do suco de uva integral (aqueles de garrafa) que pode ser diluído em água para deixar o gosto mais suave, sem precisar adoçar. Estes sucos são muito nutritivos, pois são feitos exclusivamente da fruta, não contendo aditivos como corantes e conservantes, os quais estão presentes em excesso em sucos de caixinha convencionais.
 Outra opção são os iogurtes de frutas, que as crianças adoram. Por outro lado, para este alimento, é necessário estar atento para que ele não fique mais de três horas fora da geladeira, o que poderia torna-lo inapropriado para seu consumo. O recomendado é que a lancheira seja térmica para conservar melhor os alimentos.


Por fim cabe ressaltar que hábitos alimentares são consolidados na infância, e por isso é importante estimular as crianças a consumir alimentos nutritivos agora para que mais tarde não venham a desenvolver doenças crônicas como diabetes, hipertensão e obesidade, tão comuns nos dias atuais. O tempo utilizado para preparar um lanche mais saudável para seu filho pode trazer inúmeros benefícios para ele ao longo de toda sua vida.